sexta-feira, 14 de março de 2008

minhas formigas.

Torpe.
Visão. Mas eu vou firme
Segurando a mão do único medo que não existe aqui
O de não me perder.
É tão forte. Que ir contra, fica impossível

Minhas NÃO idéias guardadas
Saíram...
Azar o meu
Azar o delas, que vão embora uma a uma por não serem
Minhas. Idéias

Tomem meu corpo, minha cabeça
Mas as vontades são invencíveis
Pois, mesmo que inertes. Mesmo que tímidas.
Estão impregnadas nos meus ossos
Acariciam minha pele.

Estão. Existem.
Tudo aqui. Abertas e reais.

Portanto repito! Essas idéias não são minhas.
Evaporam-se na fumaça de seu próprio terror inventado.

Idéias

Frágeis e pequenas.
Mimadas
Machucam sim!
Me embriagam. E não como a bebida.
Querem tirar tiquinho por tiquinho de mim
Mas são tão vazias e prepotentes que se esquecem
Que elas não são,
Nem nunca.
Nem minhas.