Me declaro impedido. Impossibilitado de analisar meus atos, de analisar com frieza minhas decisões, de forma isenta, racional. Renunciar a apatia, caracteristica daquele tipo de gente mediana, que vive presa em sua rotina santa, muitas vezes imaculada. Quero romper com o paradigma. Reduzi-lo a pó. Queima-lo na fogueira de sua própria vaidade. Tentando desarmar todas as armadilhas capazes de me jogar no chão. Tudo pela arriscada idealização do incerto. Quero ter o benefício da dúvida, viver um desafio que talvez só (não) exista na minha cabeça. Me joguei...
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
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