essa noite e tudo por minha conta. porque essa noite é a noite da minha libertação. e eu vou matar voces de tantas palavras. que vao entrar no coracao opaco de voces. e vao circular por toda a sua corrente sanguinea. ate voces morrerem de tanta licença poetica.
essa noite eu mato os meus desejos mais intimos e secretos. e mato minhas ideias e ideais. porque nessa noite eu rompi mais uma vez com o mundo. até que tenha inicio a proxima rodada de desilusoes.
e vai ser tudo essa noite.
amanha cedo pode ser tarde demais..
sexta-feira, 30 de maio de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
sua boca de canela.
Quero tua boca, mesmo que
com gosto
de
canela
Quero muito meu bem te quero bem muito
Mas, oh!
Não me venha – e me jure, me prometa.
Com a boca amarga
Encerrada
Ou imóvel
À boca minha
Lembra
que eu a quero
Mesmo que. Com gosto de
canela
Pois a canela na tua boca é bem certo que me dá mais prazer do que salpicada no bolinho de chuva ou naquele cappuccino que eu não quis outro dia por conta da mesma
Mas venha com sua boca
Toda minha.
Boca
e a dê à mim com o gosto que quiser
das formas que quiser
e com todo jeitinho que você inventar
Mas não como a boca que acaba.
Boca que tem fim
Pra mim
Boca do meu fim.
Se for assim.
com gosto
de
canela
Quero muito meu bem te quero bem muito
Mas, oh!
Não me venha – e me jure, me prometa.
Com a boca amarga
Encerrada
Ou imóvel
À boca minha
Lembra
que eu a quero
Mesmo que. Com gosto de
canela
Pois a canela na tua boca é bem certo que me dá mais prazer do que salpicada no bolinho de chuva ou naquele cappuccino que eu não quis outro dia por conta da mesma
Mas venha com sua boca
Toda minha.
Boca
e a dê à mim com o gosto que quiser
das formas que quiser
e com todo jeitinho que você inventar
Mas não como a boca que acaba.
Boca que tem fim
Pra mim
Boca do meu fim.
Se for assim.
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